Página 155
1. Descartes tem como finalidade encontrar uma verdade indubitável (da qual não seja possível duvidar).
2. Descartes começa por rejeitar tudo aquilo em que possa existir a menor dúvida, para ver se resta algo absolutamente indubitável. Assim, duvida dos dados dos sentidos, que por vezes nos enganam; rejeita as demonstrações, pois não sabe até que ponto se terá enganado ao alaborá-las; supõe ainda que tudo o que até então estava no seu espírito não era mais verdadeiro do que os sonhos.
3. O princípio- penso, logo existo- que Descartes encontra é puramente racional, claro e distinto, e constituiu-se como a sua primeira verdade.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
11º B Cenários de resposta- p.142 do manual- Texto 2 e Texto 3
Página 142
1. O autor do texto nega que exista conhecimento, pois o apostador apenas está confiante que o seu cavalo vai ganhar, tem uma crença que julga verdadeira, mas, na realidade, falta-lhe a justificação dessa crença para que ela possa ser considerada conhecimento.
Página 143
1. Só justificando podemos explicar como sabemos o que cremos saber. O autor enumera as três condições necessárias para que se possa falar em conhecimento: "A ideia que formamos acerca do objeto da nossa compreensão" (crença); "A hipótese que esse modelo mental corresponde aos atributos do objeto"(verdade); "Além de termos uma ideia e de crermos corretamente que a nossa ideia corresponde à realidade, conseguimos também explicar como sabemos" (justificação).
1. O autor do texto nega que exista conhecimento, pois o apostador apenas está confiante que o seu cavalo vai ganhar, tem uma crença que julga verdadeira, mas, na realidade, falta-lhe a justificação dessa crença para que ela possa ser considerada conhecimento.
Página 143
1. Só justificando podemos explicar como sabemos o que cremos saber. O autor enumera as três condições necessárias para que se possa falar em conhecimento: "A ideia que formamos acerca do objeto da nossa compreensão" (crença); "A hipótese que esse modelo mental corresponde aos atributos do objeto"(verdade); "Além de termos uma ideia e de crermos corretamente que a nossa ideia corresponde à realidade, conseguimos também explicar como sabemos" (justificação).
11ºB Cenários de resposta- p.140 do manual- Texto 1
Página 140
Respostas ao texto de J. Hessen, Teoria do Conhecimento, Arménio Amado, 1976, pp. 26-27
1. No ato de conhecer, estabelece-se uma correlação entre o sujeito e o objeto. O sujeito é sujeito em relação a um objeto e o objeto é objeto em relação a um sujeito. O sujeito, o cognoscente, apreende o objeto, o cognoscível, e este é apreendido pelo sujeito. Esta relação é irreversível, isto é, o sujeito e o objeto não podem trocar de função.
2. Os momentos do ato de conhecer são três: no primeiro momento, o sujeito, entidade reponsável pela apreensão e interpretação dos dados do mundo exterior à mente, sai da sua esfera e dirige-se ao objeto para o apreender; no segundo momento, o sujeito entra na esfera do objeto para recolher as suas propriedades; finalmente, no terceiro momento, o sujeito regressa a si com os dados recolhidos no objeto.
3. Segundo a perspectiva fenomenológica, o conhecimento traduz-se numa imagem ou representação do objeto que o sujeito constrói. Em resultado do conhecimento, o sujeito sofre uma alteração na medida em que possui algo que não possuía antes de se empreender neste processo (possui uma representação de um dado objeto). Visto do lado do objeto, o conhecimento é uma transferência das suas propriedades para o sujeito. O que fica deste fenómeno é uma imagem do objeto na consciência do sujeito.
Respostas ao texto de J. Hessen, Teoria do Conhecimento, Arménio Amado, 1976, pp. 26-27
1. No ato de conhecer, estabelece-se uma correlação entre o sujeito e o objeto. O sujeito é sujeito em relação a um objeto e o objeto é objeto em relação a um sujeito. O sujeito, o cognoscente, apreende o objeto, o cognoscível, e este é apreendido pelo sujeito. Esta relação é irreversível, isto é, o sujeito e o objeto não podem trocar de função.
2. Os momentos do ato de conhecer são três: no primeiro momento, o sujeito, entidade reponsável pela apreensão e interpretação dos dados do mundo exterior à mente, sai da sua esfera e dirige-se ao objeto para o apreender; no segundo momento, o sujeito entra na esfera do objeto para recolher as suas propriedades; finalmente, no terceiro momento, o sujeito regressa a si com os dados recolhidos no objeto.
3. Segundo a perspectiva fenomenológica, o conhecimento traduz-se numa imagem ou representação do objeto que o sujeito constrói. Em resultado do conhecimento, o sujeito sofre uma alteração na medida em que possui algo que não possuía antes de se empreender neste processo (possui uma representação de um dado objeto). Visto do lado do objeto, o conhecimento é uma transferência das suas propriedades para o sujeito. O que fica deste fenómeno é uma imagem do objeto na consciência do sujeito.
Matriz do teste do 10º A
2º Teste Sumativo do 2º Período/10º A/29 de janeiro
Tempo: 90 min./10:05-11:35
MATRIZ
Grupo I
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Tema
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1.1 Rede conceptual da ação
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Conteúdos
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Conceito de ação. Elementos constituintes da ação e a distinção entre a ação, o mero ato e o acontecimento.
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Localização no manual
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Entre a página 48 e a 58.
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Tipo de questões
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Escolha múltipla.
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Cotação
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20 (2 valores)
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Grupo II
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Tema
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3.1.1 Intenção ética e norma moral
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Conteúdos
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Distinção entre ética e moral. A dimensão normativa da moral. A dimensão reflexiva e universal da ética. Relação entre a ética e a autonomia da vontade.
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Localização no manual
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Entre a página 122 e a 129.
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Tipo de questões
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Resposta curta.
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Cotação
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60 (6 valores)
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Grupo III
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Tema
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3.1.2 As dimensões pessoal, interpessoal e institucional da ética
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Conteúdos
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A dimensão pessoal da ética e a relação entre o “eu” e o “outro”. A responsabilidade perante as suas ações e as repercussões na sua vida e na vida do “outro”. As funções das instituições.
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Localização no manual
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Entre a página 130 e a 137.
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TIpo de questões
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Resposta curta e resposta extensa.
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Cotação
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120 (12 valores)
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Nota: O estudo não se deve limitar àquilo que se encontra nas páginas do manual que são indicadas. É também material de estudo todo aquele que foi entregue e disponibilizado, inclusivamente, através do blogue (aporia1011@blogspot.pt).
Durante o teste, os alunos deverão dispor unicamente de uma caneta azul ou preta, uma folha de teste e, se necessária, uma folha de rascunho.
Depois de terem recebido o enunciado, os alunos só poderão sair da sala sob condição de entrega definitiva do teste.
BOM ESTUDO!
Matriz do teste do 11ºB
2º Teste Sumativo do 2º Período/11º B/30 de janeiro
Tempo: 90 min./11:45-13:15
MATRIZ
Grupo I
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Tema
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1- Argumentação e retórica
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Conteúdos
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Falácias informais.
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Localização no manual
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Entre a página 95 e a 100.
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Tipo de questões
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Escolha múltipla.
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Cotação
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20 (2 valores)
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Grupo II
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Tema
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3.1- Estrutura do ato de conhecer
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Conteúdos
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Conhecimento por contacto, saber-fazer (competência) e conhecimento proposicional. Análise fenomenológica do conhecimento (correlação entre o sujeito e o objeto, percepção e criação de uma representação).Cognoscente, cognoscido e cognoscível.
Conhecimento como crença verdadeira justificada (definição clássica de conhecimento).
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Localização no manual
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Entre a página 138 e a 147.
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Tipo de questões
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Resposta curta e resposta extensa.
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Cotação
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100 (10 valores)
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Grupo III
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Tema
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3.2- Duas teorias explicativas do conhecimento
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Conteúdos
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Dúvida metódica e os seus argumentos: o erro dos sentidos, o argumento do sonho, argumento do Deus enganador e o argumento do génio maligno. Resultado positivo da dúvida e do percurso racional, a chegada à primeira certeza: “penso logo existo”
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Localização no manual
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Entre a página 153 e a 157.
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TIpo de questões
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Resposta curta e resposta extensa.
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Cotação
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80 (8 valores)
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Nota: O estudo não se deve limitar àquilo que se encontra nas páginas do manual que são indicadas. É também material de estudo todo aquele que foi entregue e disponibilizado, inclusivamente, através do blogue (aporia1011@blogspot.pt).
Durante o teste, os alunos deverão dispor unicamente de uma caneta azul ou preta, uma folha de teste e, se necessária, uma folha de rascunho.
Depois de terem recebido o enunciado, os alunos só poderão sair da sala sob condição de entrega definitiva do teste.
BOM ESTUDO!
sábado, 24 de janeiro de 2015
10º A Aula 30
Sumário: Utilitarismo- julgamento de custos-benefícios.
O Naufrágio do iate Mignonette
"A 19 de Maio de 1884, quatro homens partiram de Inglaterra de barco para a Austrália, num iate chamado "Mignonette". Eram o Comandante Thomas Dudley, o Imediato Edwin Stephens, o marinheiro Ned Brooks e Richard Parker, o camareiro de 17 anos. A 5 de Julho uma enorme onda desabou sobre um lado do iate, que começou a afundar-se. Os homens só tiveram tempo de apanhar duas latas de comida e de entrar num bote antes que o "Mignonette" se afundasse. Os quatro infelizes marinheiros encontraram-se no meio do Oceano Atlântico, a 1 600 milhas de terra, só com umas latas de vegetais para os manter vivos. Ao fim de três dias, os homens esfomeados conseguiram apanhar uma tartaruga. Isto deu-lhes comida e bebida, mas nove dias depois tudo tinha acabado. Ainda a 1 000 milhas de terra, sem comida e só com os ocasionais pingos de chuva para
beber, os marinheiros ficaram desesperados. O Comandante escreveu numa carta à mulher que, se nenhum navio aparecesse, "Nós morreremos em breve... Estou arrependido de ter começado esta viagem". Havia, no entanto, uma possibilidade de sobrevivência, pelo menos para três deles, por mais alguns dias. Alguém deveria transformar-se em comida para os outros. O Comandante sugeriu que tirassem à sorte para decidir qual deles seria morto, mas o Stephens e o Brooks objectaram. "Se vamos morrer" disseram eles, "Devemos morrer todos juntos". O jovem Richard Parker, deitado meio inconsciente num fundo do barco, não disse nada.
Depois de mais dois dias sem comida nem água, o Comandante convenceu o Stephens de que um deles deveria ser sacrificado para salvar os outros, e que o óbvio candidato era o Richard Parker. Era um órfão, não tinha mulher ou família e estava já às portas da morte. Ele só acordava ocasionalmente do coma para beber água do mar, o que o punha ainda mais doente. Eles sabiam que o seu pequeno barco estava ser arrastado para a zona de passagem de navios. Um navio podia ser avistado qualquer dia - ou não. Concordaram que se nenhuma ajuda aparecesse no dia seguinte, matariam o rapaz. Nenhuma ajuda veio. O
Marinheiro Brooks não queria ter nada a ver com o assassinato. Enquanto ele se cobriu com um casaco na extremidade do barco, Dudley e Stephens debruçaram-se sobre Parker, que estava inconsciente. "Richard, meu rapaz", sussurrou o Comandante, "Chegou o momento", Stephens preparou-se para agarrar os pés do rapaz, mas não era preciso. Ele estava demasiadamente doente para lutar quando o Comandante pegou no seu canivete e o espetou no pescoço do rapaz, matando-o instantaneamente. Todos os três homens beberam o sangue e comeram o coração e o fígado do Richard durante três dias. Ao quarto dia foram avistados por um navio alemão, o Montezuma. Os três homens estavam muito fracos. O Imediato e o Comandante tiveram de ser içados para bordo com uma corda.
Os homens atracaram em Inglaterra a 7 de Setembro. Dudley, Stephens e Brooks foram direitos às autoridades e explicaram as razões da morte do rapaz."
(Adaptado da pág. 11 de "Understand the Law", 1994, The Citizenship Foundation)
Sobre a peça de teatro do dia 6 de fevereiro
"Kilimanjaro baseia-se na célebre novela As neves do Kilimanjaro, bem como noutros contos, nos quais Hemingway utilizou magistralmente a técnica do diálogo. “Todas as histórias, se prolongadas o suficiente, acabam em morte” – lê-se em Morte ao amanhecer – “e aquele que vos esconda esta verdade não é um escritor” . EmKilimanjaro, Harry está a morrer de gangrena. A sua perna apodreceu, e os abutres aterram já em redor do seu acampamento em África. A seu lado, Helen, uma mulher rica, de meia-idade, sustenta a vida que permite a Harry esquecer-se de que não está a escrever. Num meio-delírio, este recorda todas as histórias que podia ter contado e não contou, que tinha “o dever de ter escrito” e não escreveu por preguiça, porque haveria um “mais tarde”, ou porque o álcool lhe embotara os sentidos. Harry adormece. Em sonhos, um avião chega e leva-o até ao cume da montanha, “larga como o Mundo inteiro” . Cá em baixo, uma hiena ri, e Helen soçobra. A história de Harry acabou."Ernest Hemingway (1899-1961), escritor norte-americano, recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1954. A sua obra foi influenciada pelos grandes acontecimentos da primeira metade do século passado, nomeadamente pela experiência de duas Guerras Mundiais e da Guerra Civil Espanhola. As várias polémicas em que se envolveu, fruto de uma tendência natural para a dissensão, tornaram-no muitas vezes numa personagem de si próprio. O enorme número de escritores que procuraram imitá-lo contrasta grandemente com a escassez daqueles que chegaram a aproximar-se da sua grandeza. Papa Hem, como era apelidado pelos que o amavam, é indubitavelmente um dos mais polémicos e originais escritores do século XX.
Intérpretes Ana Cris, Duarte Guimarães, Elias Nazaré, João Farraia, João Tempera, Luís Vicente, Pedro Lima, Pedro Walter, Rita Loureiro e a participação especial deJosé Evaristo
Voz off Jorge Rebanda
Dramaturgia e encenação Rodrigo Francisco
Assistência de encenação Paulo Mendes
Cenário e figurinos Ana Paula Rocha
Luz Guilherme Frazão
Som Miguel Laureano
Selecção musical Levi Martins
Produção de guarda-roupa Elitsa Ivanova
Direcção de produção Carlos Galvão
Direcção de montagem Guilherme Frazão
Operação de luz e som Miguel Laureano
Montagem Daniel Verdades, Fábio Torella, Ivan Teixeira, João Martins, Paulo Horta
Direcção de cena João Farraia
Grafismo João Gaspar
Edições Ângela Pardelha
Comunicação Levi Martins
Fotografia Rui Carlos Mateus
Co-produção Teatro Nacional D. Maria II
Agradecimentos Luzeiro – Gabinete Técnico de Iluminação para Espectáculos e Clube Náutico de Almada
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Conceitos 10º Ano
10º Ano
Alguns conceitos-base
Eu (o si)- Sujeito, aquele que só se reconhece a si mesmo como pessoa a partir de Outro.
Outro- Sempre diferente de mim (deste si), mas ao mesmo tempo, aquele como reconheço como outro Si.
Moral- Conjunto de normas de conduta decorrentes da necessidade de viver em sociedade.
Instituição- O que permite estruturar e regulamentar a vida de uma comunidade. Forma-se a partir de costumes comuns.
Ética- Reflexão pessoal sobre a conduta humana e os seus fundamentos.
Alguns conceitos-base
Eu (o si)- Sujeito, aquele que só se reconhece a si mesmo como pessoa a partir de Outro.
Outro- Sempre diferente de mim (deste si), mas ao mesmo tempo, aquele como reconheço como outro Si.
Moral- Conjunto de normas de conduta decorrentes da necessidade de viver em sociedade.
Instituição- O que permite estruturar e regulamentar a vida de uma comunidade. Forma-se a partir de costumes comuns.
Ética- Reflexão pessoal sobre a conduta humana e os seus fundamentos.
Aula 29 11º B
Aula 29 13/01/2015
Link para download de Powerpoint: https://www.sendspace.com/file/xp3wok
Link para download de Powerpoint: https://www.sendspace.com/file/xp3wok
10ºA Aula 29
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